quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Curso de Introdução a Clínica Corporal Reichiana 2009



CURSO DE EXPANSÃO DO INSTITUTO SEDES SAPIENTIAE
WWW.SEDES.ORG.BR

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Wordle - pluri 1

Wordle - pluri 1: "Wordle: pluri 1"

Wordle - VERI

Wordle - VERI: "Wordle: VERI"

domingo, 5 de julho de 2009

Brazil - BRAZZIL - Manoel de Barros, the Poet Sings the Insignificant - Brazilian Literatue - Portuguese Language - September 1999

- Manoel de Barros, the Poet Sings the Insignificant - Brazilian Literatue - Portuguese Language -


"A maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como
sou—eu não aceito.
Não agüento ser apenas um
sujeito que abre
portas, que puxa válvulas,
que olha o relógio, que
compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora,
que aponta lápis,
que vê a uva etc. etc.
Perdoai
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem
usando borboletas.'
(from 'Biografia do Orvalho')"

Augusto de Campos - Site Oficial - UOL

Augusto de Campos - Site Oficial - UOL

quinta-feira, 2 de julho de 2009

http://www.wordle.net/

http://www.wordle.net/

Wordle - Untitled

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Wordle - pluri 1

Wordle - pluri 1: "Wordle: pluri 1"

segunda-feira, 13 de abril de 2009

(..) Precisamos produzir restrições no grau de liberdade individual que faz, de cada psicólogo, uma psicologia (..)
Transtornos mentais: construindo uma rede de cuidados
Transcrição de palestra realizada em 28/10/2005, no seminário Psicólogos na Saúde Suplementar.
Marcus Vinicius de Oliveira Silva
http://www.crpsp.org.br/crp/midia/cadernos_tematicos/4/frames/fr_transtornos.aspx

domingo, 12 de abril de 2009

Histórias de Hospital

Tenho quinze minutos de intervalo no hospital aonde trabalho. Costumo dar uma volta, tomar um café.Hoje fui visitar o João Olavo.Ele está internado aguardando o resultado de um exame. Quando cheguei estava debruçado na janela do quarto. Me aproximei. João vestia uma fralda, estava com a pele toda amarela, sinal de icterícia avançada. A enfermeira me avisou baixinho que estava tudo muito grave para ele.
- O que tá fazendo, João? - perguntei.
- Fumando um cigarro. Não vi cigarro algum.
- Então dá um para mim. Porra, eu odeio Holliwood, João! - falei fingindo ascender um cigarro. Ele me olhava e ria.
- Quero café. Então peguei sua mão fiz o formato de um copinho, enchi de café. Ele ficou fulo.
- Acha que tô doido, menina?
- Acho. Bebe, João, - disse empurrando sua mão - se não vai esfriar, acabei de passar, com açucar ou adoçante?
João está com pancreatite, não come mais quase nada. Tudo é via sonda.
Brincavámos de beber em silêncio olhando pela janela. Eu fingia fumar um cigarro. Ele resmungou um pouco, mas acho que entendeu a proposta. Eu ia fumando e bebendo e ele ia olhando para a sua pele amarela, para o acesso no braço e para mim fazendo aquela idiotisse.
Em algum lugar pindurado naquela janela do quarto nosso olhar se encontrava.
Fui terminando o café e o cigarro e indo para perto da porta para voltar para o trabalho. Antes de sair apontei o dedo para ele, e falei:
- Seu João para de comprar esse cigarro ruim, eu já te falei que eu fumo FREE, se não eu não volto mais aqui...
Ele riu novamente e disse:
- Tchau, menina..
Acenei um breve tchau com a mão e fui-me embora de café tomado.
Por Ana Lima