Cursos, Análise Institucional e Grupos, Intervenções, Supervisão, Consultoria e Orientação de Projetos.
segunda-feira, 9 de julho de 2018
segunda-feira, 21 de março de 2016
domingo, 22 de novembro de 2015
"A
Ética de Espinosa não
tem nada a ver com uma moral, ele a
concebe como uma etologia, isto é,
como uma composição das velocidades e
das lentidões, dos poderes de afetar e de ser afetado nesse plano de imanência.
Eis
por que Espinosa lança verdadeiros gritos: não sabeis do que sois capazes, no bom
como no mau, não sabeis antecipadamente o que pode um corpo ou uma alma, num
encontro, num agenciamento, numa combinação"
Gilles Deleuze “Espinosa – Filosofia
prática” Editora Escuta, 2002.
Capítulo VI Espinosa e nós.
sábado, 24 de outubro de 2015
Grupo como dispositivo
Grupo produtor de desindividualização.[1] Grupo que rompe a ilusão
do ser único no sofrimento, que abre a clausura do sofrimento privatizado.
Grupo que, ao evidenciar o quanto todos querem ser únicos na atenção e no amor,
abre a possibilidade de construção de um plano comum onde singularidades podem
se atualizar, saindo da “chapação” massiva da subjetividade produzida em série,
um a um, individualizadamente. Ao criar um plano comum, o encapsulamento de
configurações subjetivas cristalizadas pode ir se rachando e possibilitando a
colocação em marcha de processos de
subjetivação desviantes do rumo anterior
[1] Benevides de Barros, Regina. Grupo – A afirmação de um simulacro. Porto Alegre: Sulina, 2007.
A clínica grupal com adolescentes e jovens – uma clínica da afetabilidade
MARIA ANGELA SANTA CRUZ [1]– outubro de 2008
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
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