Cursos, Análise Institucional e Grupos, Intervenções, Supervisão, Consultoria e Orientação de Projetos.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
FILOS
| H. Miller provoca “Não posso expulsar do espírito a discrepância que existe entre idéias e vida. Uma deslocação permanente, embora tentemos encobrir as duas com um toldo brilhante. E não adianta. É preciso unir idéias à ação... As idéias não podem existir sozinhas no vácuo da mente. Estão relacionadas com vida: idéias biliares, idéias renais, idéias intersticiais, etc. Se fosse apenas por amor a uma idéia, Copérnico não teria destruído o macrocosmo existente e Colombo teria naufragado no mar dos Sargaços. A estética da idéia cria vasos de flores, e vasos de flores a gente põe no peitoril da janela. Mas se não há chuva ou sol de que adianta pôr vasos de flores do lado de fora da janela?” Trópico de Câncer, p. 230. G. Deleuze e F. Guattari potencializam “Os conceitos filosóficos são totalidades fragmentárias que não se ajustam umas às outras, já que suas bordas não coincidem. Eles nascem de laços de dados, não compõem um quebra-cabeças. E, todavia, eles ressoam, e a filosofia que os cria apresenta sempre um Todo poderoso, não fragmentado, mesmo se permanece aberto: Uno-Todo ilimitado, Omnitudo que os compreende a todos num só e mesmo plano. É uma mesa, um platô, uma taça. É um plano de consistência ou, mais exatamente, o plano de imanência dos conceitos...” “ ...o problema do pensamento é a velocidade infinita, mas esta precisa de um meio que se mova em si mesmo infinitamente, o plano, o vazio, o horizonte. É necessário a elasticidade do conceito, mas também a fluidez do meio[1]. É necessário os dois para compor ‘os seres lentos’ que nós somos.” O que é a Filosofia?, p.51 [1] Sobre a elasticidade do conceito, Hubert Damisch, Prefácio a Prospectus de Dubuffet, Gallimard, I, p. 18-19. A Arte encarna “Se depender de mim, nunca ficarei plenamente maduro nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental.” Tempo morto e outros tempos |
terça-feira, 7 de outubro de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Que Clínica fazemos.?. Que Clínica queremos fazer?
??!!!!
· Que Clínica fazemos.?. Que Clínica queremos fazer?
· Queremos problematizar a Clínica.....
· Queremos problematizar a Clínica.....
Queremos problematizar nossa práticas..!
· Clínica como crise. Clínica como produtora de desestabilizações...
· Clínica como crise. Clínica como produtora de desestabilizações...
Clínica da criação, da vida.. Clínica da subjetividade . .Clínica das singularidades.. Clínica que faz a diferença ...como produtora de multiplicidades ...
Clínica que recupera o movimento... ..que reverte os paradigmas ...que se deixa levar por afetos, por animalizações... que alia-se aos paradoxos ... que os habita, acreditando em sua potência de desestabilização...de virtualização e criação de outros modos de existir, de outros modos de vida , de novas subjetivações que não as hegemônicas.... Clínica da experimentação..
· Clínica que produz a diferença e as cartografa.... Que coloca em analise suas produções ...suas teorias...seus agenciamentos, seus efeitos...
· Clínica que tem o compromisso de se implicar o tempo todo em suas produções.. E em como estas produções estão sendo produzidas..
· Clínica que é política sempre.. que põe em questão as práticas instituídas....que cria efeitos de desestabilização .
· Clínica que põe em questão os especialismos...os poderes/ saberes ..naturalizados..? Clínica ética..nos sentido critico ...e implicado..
· Clínica pensada enquanto instituição que se produz o tempo todo, incessantemente, enquanto público, coletivo..enquanto campo de multiplicidade ..
· Clínica, que como diz Baremblitt, pode trabalhar com os vários aportes do PP( Poliverso Psi) como caixa de ferramentas...como um Bricoleur...sem a hegemonia de nenhum aporte..
· .Clínica que pratica “Um Ecletismo Superior “, aqui parafraseando Deleuze..Para que possa fazer face às múltiplas e disparatadas situações da prática nas quais lhe cabe operar...
· O clínico que se integra ao dispositivo, como uma peça a mais, cujo maior desejo seja o de funcionar, fazer funcionar. A Vida..
· Clínica que é socius ...pois é campo de forças, fluxos, campo de imanência, campo das práticas, das lutas...Que é campo público, porque múltiplo, porque é coletivo ... Clínica rizomática.. Clínica transdiciplinar....Clínica do esquecimento... Esquizoanálise.... Clinica do acontecimento..Clínica Desejante...Vida que é criação..
Clínica que recupera o movimento... ..que reverte os paradigmas ...que se deixa levar por afetos, por animalizações... que alia-se aos paradoxos ... que os habita, acreditando em sua potência de desestabilização...de virtualização e criação de outros modos de existir, de outros modos de vida , de novas subjetivações que não as hegemônicas.... Clínica da experimentação..
· Clínica que produz a diferença e as cartografa.... Que coloca em analise suas produções ...suas teorias...seus agenciamentos, seus efeitos...
· Clínica que tem o compromisso de se implicar o tempo todo em suas produções.. E em como estas produções estão sendo produzidas..
· Clínica que é política sempre.. que põe em questão as práticas instituídas....que cria efeitos de desestabilização .
· Clínica que põe em questão os especialismos...os poderes/ saberes ..naturalizados..? Clínica ética..nos sentido critico ...e implicado..
· Clínica pensada enquanto instituição que se produz o tempo todo, incessantemente, enquanto público, coletivo..enquanto campo de multiplicidade ..
· Clínica, que como diz Baremblitt, pode trabalhar com os vários aportes do PP( Poliverso Psi) como caixa de ferramentas...como um Bricoleur...sem a hegemonia de nenhum aporte..
· .Clínica que pratica “Um Ecletismo Superior “, aqui parafraseando Deleuze..Para que possa fazer face às múltiplas e disparatadas situações da prática nas quais lhe cabe operar...
· O clínico que se integra ao dispositivo, como uma peça a mais, cujo maior desejo seja o de funcionar, fazer funcionar. A Vida..
· Clínica que é socius ...pois é campo de forças, fluxos, campo de imanência, campo das práticas, das lutas...Que é campo público, porque múltiplo, porque é coletivo ... Clínica rizomática.. Clínica transdiciplinar....Clínica do esquecimento... Esquizoanálise.... Clinica do acontecimento..Clínica Desejante...Vida que é criação..
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Grupo em ação
recortes Cliníca - Maria Beatriz Sá Leirão
"Se queremos pensar a prática clínica, tendo em vista a produção de subjetividade, alguns interrogantes se fazem necessários. O que reconhecemos por Clínica e prática clínica? Como esta instituição está sendo veiculada? Quais os mecanismos de controle e organização social que estão presentes em esta ou aquela situação? O que produz O nível de consumo e imagem? O que efetivamente se constitui no ato clínico? Quais os aspectos transformadores e opressores?
Uma proposta possível de trabalho clínico visa a criação de múltiplas vias facilitadoras ou detonadoras dos processos de singularização"
Uma proposta possível de trabalho clínico visa a criação de múltiplas vias facilitadoras ou detonadoras dos processos de singularização"
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Apreender, para reproduzir o exercício clínico, tem sido uma prática corrente predominante. Interrogá-lo, enquanto produção social, é uma perspectiva política a incluir-se no cotidiano das práticas.
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É necessário, então, construir analisadores que coloquem as instituições em cena. "Desnaturalizar" o que quer que esteja "sacralizado": uma oposição à cumplicidade com estigmas, verdades, essências, origens, certezas ou "composições estruturais" tão absolutas e definitivas.
trechos Maria Beatriz Sá Leitão
Acreditar em novos encontros, outros modos de viver os amores.
Acredito que hoje as relações, tenham que ser inventadas a todo instante, no desafio de construir outros modos de estar junto. Sustentar a vida como experimentação, criando amizade e cumplicidade nos encontros e seus desdobramentos. Nem sempre é fácil, pois fazer diferente é criar desvios onde tudo já está aparentemente traçado. Criar novas rotas amorosas é a possibilidade de outros efeitos nos encontros da vida. Cartografando como método de avaliação dos efeitos potentes ou não em relação á Vida.
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pensamento/clínica/expressão


